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Hoje tem União Europeia tornando oficial o bloqueio a carnes, pescados e mel brasileiros a partir de 3 de setembro, guerra no Irã mudando as rotas dos fertilizantes com Nigéria perdendo espaço e Marrocos ganhando força e clima aparecendo como o maior risco do agro brasileiro em 2026 pelo segundo ano seguido. No meio disso, a iRancho mira R$ 10 milhões com IA no curral, a Cargill negocia vender sua unidade de metais e Nobel da Agricultura vem palestrar em Piracicaba (SP).
Pra você acordar bem informado
Por Enrico Romanelli
TÁ QUANTO?
Os dados são publicados por BCB. A variação considerada nesta tabela é semanal.
Veto europeu pesa diferente em BEEF3, JBSS32 e MBRF3
A Genial Investimentos vê impactos diferentes do veto da União Europeia às carnes brasileiras nas ações de Minerva, JBS e MBRF. O bloco movimentou US$ 1,8 bilhão em carne bovina e frango do Brasil em 2025, mas o maior problema tá no mix premium, não no volume. Minerva aparece mais protegida pela operação no Mercosul, JBS pela diversificação global e MBRF sente mais no frango.
ASSUNTO DE GABINETE
UE fecha a porteira e carne brasileira corre contra o tempo até setembro

Foto: Thiago de Jesus
A União Europeia tirou do rascunho e colocou no Diário Oficial: a partir de 03/09, o Brasil fica fora da lista de países autorizados a vender carnes, tripas, pescado e mel pro velho continente. A decisão já tinha sido anunciada em maio, mas agora ficou 100% oficial. O motivo é a falta de garantias, no padrão exigido por Bruxelas, sobre o controle do uso de antimicrobianos na produção animal.
Mas o que são antimicrobianos?
Antimicrobianos são um guarda-chuva de medicamentos usados pra combater microrganismos, como bactérias, fungos, vírus e parasitas. Na pecuária entram principalmente quando o animal precisa ser tratado de alguma infecção. Também podem ser usados de forma preventiva em situações específicas, como surtos ou risco elevado no rebanho. Depois da aplicação, existe um período de carência, que é o intervalo mínimo entre o uso do medicamento e o abate, pra garantir que a carne, o leite ou outros produtos cheguem ao consumidor dentro dos limites permitidos.
Mas o uso que fez a União Europeia fechar a cara não é o antibiótico usado pra tratar animal doente. A bronca é com os antimicrobianos usados como promotores de crescimento, quando essas substâncias entram na ração ou na água em doses baixas e contínuas pra melhorar desempenho, ganho de peso e conversão alimentar. Na prática, é uma tentativa de fazer o animal ganhar mais peso com menos ração, meio whey protein do boi. Esse uso reduz certas bactérias no intestino, melhora o aproveitamento dos nutrientes e pode acelerar a produtividade, mas também aumenta o risco de resistência antimicrobiana. Por isso, a UE quer barrar produto de animal criado com esse tipo de empurrão farmacológico.
A treta não é porque a UE encontrou carne brasileira batizada com medicamento. O ponto é outro: rastreabilidade, certificação e comprovação documental. Na pecuária, tratar animal doente com antibiótico tá liberado, desde que tenha registro e respeite o período de carência antes do abate. O que a Europa não quer é produto de animal que recebeu antibiótico como promotor de crescimento ou remédio que é feito só pro tratamento em humanos.
O Brasil até proibiu, em abril, uma parte dos antimicrobianos usados como aditivos melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina, bacitracina e virginiamicina. Só que, pra UE, isso ainda não fechou a conta. As regras europeias sobre o tema vêm de 2023, com exigência de comprovação reforçada em 2024, e agora o bloco diz que a gente não entregou garantias suficientes pra seguir vendendo.
Técnicos em Brasília admitem que o Brasil demorou pra apresentar os protocolos pedidos, em parte por negociações com a indústria nacional desses medicamentos. Sabe aquele trabalho que tinha prazo faz tempo e alguém deixou pra entregar no último minuto? Então...
O tamanho do boleto também não ajuda no humor da reunião. Se o embargo não for revertido, o impacto pode chegar perto de US$ 2 bilhões por ano, valor que o Brasil exportou em 2025 nos produtos afetados. A restrição pega bovinos, aves, suínos, equinos, pescados, mel e tripas. Na carne bovina, a União Europeia é daqueles mercados que talvez não leve o maior volume, mas paga bem e faz falta no balanço.
O governo tenta correr atrás. Geraldo Alckmin disse que o Brasil vai trabalhar pra voltar pra lista enquanto o Itamaraty e o Ministério da Agricultura tentam manter um papo mais técnico com a Comissão Europeia. O Brasil também apresentou um protocolo privado pra exportação de bovinos livres de antimicrobianos, homologado pelo Mapa. Só que, nos bastidores, tem gente vendo a medida com cara de gambiarra de última hora e ninguém garante que passa na vistoria europeia.
Do lado do setor, Abiec e ABPA defendem que o Brasil tem um dos sistemas sanitários mais robustos do mundo e que a decisão não nasce de problema sanitário, não conformidade ou uso inadequado de antimicrobianos, mas da falta de reconhecimento dos mecanismos oficiais de fiscalização e controle.
NAS CABEÇAS DO AGRO
Clima vira o risco número 1 do agro e já pesa no bolso

Gif: ReconnectingRoots on Giphy
O agro brasileiro abriu a lista de preocupações de 2026 e encontrou o mesmo vilão de sempre: as mudanças climáticas. Segundo um estudo da EY, o clima aparece como o principal risco pro setor nesse ano, repetindo o posto que já tinha ocupado em uma pesquisa parecida de 2022. A consultoria ouviu 52 empresas e produtores rurais pra entender onde o risco é grande e a preparação nem tanto, ainda naquela vibe “segunda-feira eu vejo isso”. O problema é que o clima não espera reunião de alinhamento, manda seca, chuva fora de hora e quebra de safra sem marcar no calendário.
Na visão de Otávio Lopes, sócio-líder de agronegócio da EY, o agro ainda precisa de um zoneamento agrícola mais ajustado pro mundo real. A conta é simples: plantar em área de menor risco climático, com manejo correto e genética adequada, reduz as perdas. Só que parte do setor ainda insiste em seguir fazendo o trampo como sempre fez, num jeitão mais raiz, e aí acaba tratando o problema novo com a solução velha.
E agora esse risco tá começando a aparecer onde mais dói: no bolso. Seguro agrícola e crédito já tão olhando com mais carinho, ou melhor, com mais calculadora, pras regiões mais vulneráveis. A tendência é que produzir em áreas de maior risco fique cada vez mais caro, empurrando parte das lavouras mais “pra cima” no mapa.
A segunda maior dor de cabeça é mão de obra, que saiu da 8ª posição em 2022 pra vice-liderança no ranking. Esse pulo tem a ver com sucessão, avanço tecnológico e uma pergunta que tá difícil de responder: quem vai tocar essa fazenda cada vez mais digital? Não adianta encher o discurso de IA, drone, sensor e dashboard bonito se falta gente preparada pra operar tudo isso. Cooperativas no Paraná já criaram a UniTI pra democratizar tecnologia entre médios produtores, mas o desafio ainda é grande. A maior dificuldade tá em atrair talento disputado pelos centros urbanos pra trabalhar no campo.
Fechando o top 3, a geopolítica apareceu pela primeira vez entre os maiores riscos do agro. E não foi do nada. A pesquisa foi feita entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, quando o tarifaço de Donald Trump tava rolando e mexendo com o setor, junto com EUDR e dúvidas sobre China. Segundo Lopes, se o levantamento tivesse ido até maio, esse risco provavelmente teria subido ainda mais, por conta da guerra no Irã e todo o B.O. que envolve o Estreito de Ormuz.
SAFRA DE CIFRAS
iRancho aposta em IA e mira R$ 10 milhões na pecuária

Foto: Divulgação
A pecuária brasileira tá digitalizando cada vez mais o curral e a iRancho quer aproveitar essa porteira aberta. A empresa de tecnologia focada em gestão pecuária e rastreabilidade animal tá de olho em crescer pelo menos 48% em 2026 e passar de R$ 10 milhões em faturamento, depois de fechar 2025 com receita de R$ 6,63 milhões.
Segundo o CEO Thiago Parente, a iRancho vem crescendo entre 45% e 50% ao ano puxada por uma mudança de comportamento no produtor, que tá mais interessado em tecnologias novas e em produtividade maior. A busca agora é por ferramentas que ajudem a conhecer melhor a produção, melhorar a rentabilidade e deixar a gestão menos dependente de conta no caderno. Com mais pressão por eficiência, sustentabilidade e controle, a tecnologia deixou de ser enfeite de palestra e começou a entrar de vez na lida, sem pedir licença.
O grande empurrão da vez é a IA lançada pela empresa, que permite registrar informações por comando de voz direto no campo, inclusive sem internet. A ferramenta foi pensada pra simplificar a coleta de dados no manejo e incluir quem tinha dificuldade com tecnologia. Em vez de parar tudo pra digitar, o funcionário fala e o sistema registra. É quase uma Alexa no pasto, só que em vez de tocar música, ela ajuda o peão ou o produtor a lembrar dado de lote, manejo e animal.
A iRancho também aposta na rastreabilidade com o SafeBeef, uma plataforma em blockchain que registra informações dos bovinos ao longo da cadeia produtiva. A procura cresce junto com a pressão dos mercados por transparência, porque hoje tem comprador querendo saber a história do animal quase com árvore genealógica e comprovante de residência, tipo a UE com essa história dos antimicrobianos. A empresa também tá investindo em soluções com processamento de linguagem natural, automação e análise de dados em tempo real pra transformar dado em decisão antes que vire prejuízo.
DE OLHO NO PORTO
Guerra no Irã muda rota dos fertilizantes do Brasil

Foto: iStock
A guerra no Irã deu uma bela chacoalhada no tabuleiro global dos fertilizantes, e o Brasil, como bom comprador dependente de insumo importado, teve que mexer seu peão de lugar. Segundo um levantamento da Datagro, os fluxos de nitrogenados e fosfatados mudaram nos primeiros meses do ano, com a Nigéria perdendo espaço nos nitrogenados e o Marrocos ganhando força nos fosfatados.
De janeiro a abril, o Brasil reduziu em quase 44% as compras de fertilizantes nitrogenados da Nigéria, que é um dos maiores fornecedores de ureia pra cá. Foram 316,8 mil toneladas, contra 568 mil no mesmo período de 2025. A conta também ficou salgada: em março, a ureia nos portos da Nigéria tava a US$ 570 por tonelada, quase a mesma coisa dos US$ 565 no Brasil. Com frete marítimo médio de US$ 26 por tonelada, mandar produto de lá pra cá ficou meio sem sentido.
Enquanto isso, a China e a Rússia cresceram na lista de fornecedores: os chineses venderam 1,8 milhão de toneladas ao Brasil, e os russos, 468 mil toneladas. A explicação passa pelo preço da ureia, que subiu tanto que os importadores tiveram que olhar pro substituto, vendido por Rússia e China, com mais carinho. Um desses substitutos é o sulfato de amônia, que tem menor concentração de nutriente, mas vem ganhando espaço pelo custo-benefício e é fornecido em grande parte pela China. No total, as importações brasileiras de nitrogenados caíram 3,7% no período, somando 3,5 milhões de toneladas.
Nos fosfatados, quem apareceu com mais força foi o Marrocos. O país aumentou em quase 40% os embarques ao Brasil, chegando a 1 milhão de toneladas e virando o maior fornecedor da categoria no período. O Egito caiu quase 19%, enquanto a Rússia e a China também reduziram as vendas. No geral, as importações brasileiras de fosfatados recuaram 2,9%, mostrando que o adubo continua chegando, mas que o preço fez a carga diminuir de tamanho.
POR DENTRO DO MERCADO
Cargill pode vender metais e voltar pro feijão com arroz

Foto: REUTERS/Maxim Shemetov
A Cargill pode tá tirando o capacete de mineração pra colocar o chapéu de volta na cabeça. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a gigante global tá negociando pra vender sua unidade de metais pro Macquarie Group, num movimento pra focar mais no que é o seu arroz com feijão mundial: alimentos e agricultura. As conversas ainda não viraram anúncio oficial e não têm garantia de acordo, então, por enquanto, é aquele namoro corporativo em segredo.
E não é uma operaçãozinha metálica escondida no fundo do galpão. A unidade de metais da Cargill fica em Singapura e comercializa de 60 milhões a 70 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, além de 4 milhões de toneladas de aço, com cerca de 130 funcionários na folha. A Cargill não comentou o assunto, e a Macquarie também preferiu ficar no “sem comentários”, aquele silêncio corporativo que fala pouco e deixa o mercado especular.
A possível venda chega num momento em que o minério de ferro não tá exatamente brilhando. A demanda da China, maior consumidora global, tá mais incerta, e a presença da compradora estatal China Mineral Resources Group tem reduzido a volatilidade do mercado. E, pra quem é trader, menos sobe e desce é tirar a emoção e o lucro do negócio.
PLANTÃO RURAL
Nobel da agricultura vem a Piracicaba falar de regeneração
Geoffrey Hawtin, vencedor do World Food Prize 2024, participa em 23 de junho do Fórum de Agricultura Regenerativa 2026, em Piracicaba (SP). O evento vai discutir solo, clima, biodiversidade e segurança alimentar. Hawtin é referência em conservação de sementes e recursos genéticos.
Alckmin diz que governo tentará evitar tarifa dos EUA
Geraldo Alckmin afirmou na Bahia Farm Show que o governo vai trabalhar pra evitar novas tarifas dos EUA, previstas pra 15 de julho. Segundo ele, o agro ficou “praticamente fora” das medidas, mas Brasília ainda quer aparar as pontas. O vice também citou o esforço pra destravar carnes na União Europeia.
Irrigação e aquicultura ganham desconto mais flexível
O governo mudou as regras dos descontos na energia pra irrigação e aquicultura. Agora, produtores terão 8h30 diárias com tarifa reduzida entre 21h30 e 17h do dia seguinte, com uso contínuo ou fracionado. A ideia é aproveitar melhor a oferta de energia, inclusive solar.
Leite em pó do Mercosul segue no limbo tarifário
O Gecex adiou a decisão sobre tarifas antidumping contra leite em pó da Argentina e do Uruguai. O governo reconheceu dumping, com margens acima de 60% em alguns casos, mas ainda vai avaliar impactos econômicos e diplomáticos antes de aplicar cobrança.
Abapa inaugura centro pra analisar fibra de algodão
A Abapa inaugurou em Luís Eduardo Magalhães (BA) um novo Centro de Análise de Fibras, com 5,2 mil m² e capacidade pra até 70 mil análises por dia. A estrutura atende a expansão da cotonicultura baiana, que plantou 417,9 mil hectares na safra 2025/2026.
USDA confirma mais 3 casos de bicheira nos EUA
O USDA confirmou 3 novos casos de bicheira-do-novo-mundo, incluindo 2 no Texas, em um bezerro e uma cabra. Outro caso, inicialmente associado ao Texas, foi reclassificado pro Novo México. A praga infesta animais de sangue quente e causa ferimentos graves. O surto tá crescendo e o USDA já admite que novas informações devem aparecer.
Índia lança combustível com 85% de etanol
A Índia lançou oficialmente o E85, combustível com 85% de etanol e 15% de gasolina. A venda começa em cerca de 50 postos e pode chegar a 5 mil até 2027. O produto será cerca de 20% mais barato que a gasolina E20. Se a demanda embalar, o Brasil pode ganhar espaço como fornecedor de etanol e açúcar.
Nova lei torna certificação de armazéns voluntária
O presidente sancionou a Lei 15.429/2026, que torna voluntária a certificação de armazéns agropecuários. O governo diz que a mudança reduz burocracia e pode acelerar investimentos em armazenagem. O Brasil hoje consegue guardar só 60% a 63% da produção anual de grãos, com déficit acima de 130 milhões de toneladas.
Exercício ilegal da veterinária vira crime no Brasil
A nova Lei 15.425/2026 incluiu a Medicina Veterinária no artigo 282 do Código Penal. Quem exercer a profissão sem autorização pode pegar de 6 meses a 2 anos de detenção, com punições adicionais em caso de lesão ou morte de pessoas ou animais.
Monitoramento da MSD cresce 162% em 3 anos
O uso do SenseHub, sistema de monitoramento da MSD Saúde Animal, cresceu 162% desde 2023 e já passa de 900 fazendas no Brasil, com mais de 165 mil animais monitorados. A tecnologia usa coleiras, RFID e balanças pra coletar dados em tempo real.
Europeu aposta US$ 300 milhões em suínos no Paraguai
O Costa Food Group, gigante espanhol de alimentos, vai investir US$ 300 milhões na suinocultura do Paraguai. A empresa comprará participação majoritária na Granja San Bernardo e mira 40 mil porcas reprodutoras, com foco em mercados asiáticos como Taiwan e Filipinas.
Entregas de fertilizantes sobem 4% no trimestre
As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 9,76 milhões de toneladas no 1º trimestre de 2026, alta de 3,8% ante 2025, segundo a Anda. Em março, o avanço foi de 18,7%. Mato Grosso liderou com 25,2% do volume. Produção nacional e importações caíram no trimestre, mas o adubo seguiu chegando à lavoura.
Algodão começa junho com exportação 141,6% maior
A média diária das exportações brasileiras de algodão nos 4 primeiros dias úteis de junho ficou 141,6% acima da média de junho de 2025. Foram 16 mil toneladas por dia, contra 6,6 mil no ano passado. O preço médio caiu 1,4%, mas o volume compensou e a receita diária subiu 138,1%.
Soja exporta 15,4 milhões de toneladas em maio
As exportações de soja somaram 15,4 milhões de toneladas em maio, alta de 8,7% ante 2025, segundo a Anec. O farelo subiu 23%, o milho disparou 411% e os embarques totais de grãos chegaram a 19,3 milhões de toneladas. Pra junho, porém, a Anec projeta queda em soja, farelo e milho.
Crédito rural cai 17% em 2025, aponta Serasa
As concessões de crédito rural e agroindustrial pra produtores pessoa física caíram 17% em 2025, somando R$ 179 bilhões, segundo a Serasa Experian. O número de contratos subiu 0,9%, mas o ticket médio caiu de R$ 150 mil pra R$ 123 mil. Bancos ficaram mais criteriosos, pedindo mais análise e garantia.
SE DIVERTE AÍ
Hoje o desafio é o Contexto, aquele jogo em que você tenta adivinhar a palavra secreta chutando termos e vendo o quão perto tá pelo sentido, não pelas letras. Vale começar com palavras do agro tipo soja, boi, clima, crédito, fertilizante e ir afinando até chegar na resposta. Joga aí, testa seu dicionário e depois conta quantos chutes você precisou pra matar a charada.
VIVENDO E APRENDENDO
Resposta da edição passada: Maracujá
Pergunta de hoje: Qual oleaginosa asiática deu origem ao primeiro óleo vegetal industrializado do mundo?
A resposta você fica sabendo na próxima edição!
