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Bom domingo!

Domingo é dia de almoço comprido e de discussão boa na mesa, e assunto não falta. Para depois do café, uma novela de rixa entre famílias que termina no maior criador de gado do país, e um livro que conta o primeiro boom do açúcar como história de negócio. A agenda de eventos passa pela mesa para quem quer marcar a semana. Na hora do cafezinho, a telemetria que fez uma gigante de terras olhar fazenda menor, e para esquentar a conversa, abrindo a edição, o mapa da COP que cobra o boi e, na leitura de um pecuarista, deixa o petróleo para depois. Descendo a tela tem mais.

Pra você chegar na segunda com argumento afiado.

Por Luciana Stival.

RURALIDADES

  • O Rei do Gado (novela, Globoplay, por assinatura): a rixa dos Mezenga com os Berdinazzi nasce no café dos imigrantes italianos e desemboca no maior criador de gado do país, em 209 episódios escritos por Benedito Ruy Barbosa, o mesmo de Pantanal.

  • O bagaço da cana (livro, Penguin-Companhia, R$ 59,90): em 216 páginas, Evaldo Cabral de Mello entra nos engenhos do Nordeste entre a colonização e a saída dos holandeses e mostra que nem nos anos de Nassau o açúcar voltou ao patamar de antes de 1630, o primeiro boom do Brasil Colônia contado como história de negócio.

  • Ouça o Agro (podcast, Sistema CNA/Senar, grátis): o episódio 245, sobre sucessão rural, tem 32 minutos e cabe inteiro na estrada até a fazenda, e o mais novo, o 248, já traz o El Niño na conta da soja.

  • Podemos ter uma crise alimentar mundial daqui a apenas dez anos (TED, ted.com, grátis e com legendas em português): Sara Menker largou a mesa de commodities para modelar a cadeia da comida e, numa palestra de 17 minutos gravada em 2017, previu um buraco de 214 trilhões de calorias por ano em 2027, o que rende uma boa conversa de almoço a um ano do prazo.

  • Vale da Pedra Tinto 2023 (vinho, Vinícola Guaspari, R$ 198): é um Syrah de Espírito Santo do Pinhal, de vinhedos a 1.177 metros, colhido à mão nas primeiras horas da manhã e com 8 meses de barrica francesa, que a própria vinícola casa com carne assada e polenta com ragu de linguiça.

PAUTA VERDE

O Brasil levou à COP o mapa do fim do desmatamento, e um pecuarista cobra a mesma régua para o petróleo

Fonte: Agência Gov

Quem cria boi ou planta soja já conhece a régua de cor: origem comprovada, rastreio e Código Florestal em dia. Na terça, 3/11, a presidência brasileira da COP30 lançou os dois Mapas do Caminho prometidos em Belém, um para a transição para longe dos combustíveis fósseis e outro para parar o desmatamento até 2030. São contribuições voluntárias da presidência, não negociadas entre os países.

O que encosta na porteira está no mapa das florestas. Ele propõe ampliar o controle sobre as cadeias comerciais para que mercadoria de área desmatada não chegue ao mercado internacional, e fala em incentivos comerciais que recompensem a produção sustentável e livre de desmatamento. Traduzindo, uma régua parecida com a que o produtor já cumpre ganhou endosso brasileiro em vitrine internacional.

É aí que entra a cutucada. Pedro de Camargo Neto, pecuarista e ex-secretário de produção e comercialização do Ministério da Agricultura, escreveu num artigo que o país pede ao mundo uma direção que não segue em casa. Para ele, é da queda do desmatamento que o Brasil ainda depende muito para melhorar o balanço climático, enquanto a energia contrata térmica, o plano do setor prevê manter usinas a carvão e o petróleo avança, e o biocombustível “não ocupou o centro da estratégia energética apresentada pelo país”. As frases que resumem o artigo são dele: “Do produtor rural se exigem comprovação de origem, rastreabilidade e conformidade com o Código Florestal”, e “coerência climática exige aplicar a mesma régua a todos os setores”.

O governo tem o seu lado, e ele não esconde o petróleo. O Ministério de Minas e Energia não foi ao lançamento, e o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, disse que “não existe uma perspectiva, no curto prazo, de abandonar o uso de combustíveis fósseis”, citando biocombustíveis, hidrogênio verde e baterias como boas alternativas.

Para o produtor, o mapa não muda nada amanhã, mas mostra para onde o comprador de fora vai olhar quando pedir a origem do boi e da soja. E a pergunta do Camargo Neto merece resposta sua: a régua do boi deveria valer para o barril? Responde este e-mail.

RADAR SANITÁRIO

O nematoide das lesões radiculares se passa por deficiência de nutriente, mas é desmascarado

Fonte: Agrolink

Reboleira de planta baixa e amarelada no meio do talhão? Antes de culpar o adubo, vale desconfiar de quem mora na raiz. O Pratylenchus brachyurus e o P. zeae, os nematoides das lesões radiculares, não formam galha, então o olho não confirma nada: o sintoma na parte de cima se confunde com deficiência de nutriente, compactação ou falta de água. No milho intensivo do Cerrado e do Sul, a sucessão de soja, milho e forrageira ajuda a manter a população alta. Até a palhada entra na conta, porque algumas gramíneas de cobertura favorecem a multiplicação do Pratylenchus.

A decisão de rotacionar, trocar a cobertura, escolher híbrido ou tratar semente tem de sair de um laudo, e o laudo só vale se a amostra for bem feita: solo e raiz fina juntos, de 0 a 20 cm no arroz, coletados em zigue-zague, sem secar ao sol, de preferência guardados entre 10 °C e 15 °C e enviados ao laboratório em 24 a 48 horas. A Embrapa Cerrados pede no mínimo 10 a 30 subamostras por hectare, e sugere separar a amostra da borda da reboleira da área sadia.

Mas tem uma diferença de calendário que vale saber. A matéria do arroz põe a coleta agora, de setembro a janeiro, logo depois da colheita, e a do milho trata outubro e novembro como época de planejar o verão com a análise da entressafra, mas a Embrapa diz que a época ideal é o florescimento e que a colheita, o pós-colheita e a entressafra “em geral não são fases adequadas”, porque a raiz já está velha ou nem existe mais. Quem não amostrou na safra passada pode coletar agora, se ainda houver raiz no chão, e já marcar a próxima coleta para o florescimento.

Com o laudo na mão, o manejo combina rotação com espécie que multiplica pouco o nematoide, cobertura bem escolhida, híbrido mais tolerante e tratamento de sementes, que sozinho não resolve. A meta não é zerar o bicho, é deixá-lo abaixo do nível que dá prejuízo, e esse nível não é um número único: muda com a espécie, o solo e o histórico da área.

NAS CABEÇAS DO AGRO

O canal de TV do agro nascido em Mato Grosso ganha sócios de máquinas e genética bovina

Fonte: Agroplus

Quem vende máquina pesada e genética bovina agora é sócio de quem filma máquina e boi. O AgroPlus, canal de televisão do agronegócio nascido em Mato Grosso, anunciou uma fusão com duas empresas, uma de máquinas pesadas e outra de genética bovina, para acelerar o crescimento nacional.

Sob o comando da CEO e fundadora, Randala Lopes, o plano inclui estúdios em São Paulo, mais programação própria e parceiros regionais já confirmados em Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. Em Mato Grosso, entram escritórios regionais no Araguaia, de tradição na pecuária, no Sul do estado e no Nortão, polo de grãos, onde a ideia é acompanhar mais de perto a rotina das lavouras, a mecanização e os desafios de quem produz. Para o produtor dessas regiões, é câmera mais perto da porteira e mais chance de a pauta local virar assunto nacional.

Segundo dados da própria emissora, o canal está em mais de 5 mil municípios e em mais de 80% das operadoras, além do satélite, de aplicativos para smart TV e celular e de um streaming que o canal diz ter acabado de inaugurar. A grade vai de jornalismo, pecuária e máquinas a rodeio, laço e tambor.

Quem quiser conferir a programação encontra o canal em agroplustv.com.

COMO TÁ LÁ FORA?

Na Bélgica, o sorvete feito com parte do leite de 120 vacas tenta levar o público até a fazenda

Fonte: Giphy

Quem já tira leite em volume costuma achar que marca própria é coisa de quem precisa sair do laticínio. Em Beernem, na Bélgica, Arthur De Brabander, que desde janeiro comanda a fazenda dos pais, com cerca de 120 vacas ordenhadas por robôs, e a namorada, Emma, fazem sorvete com uma pequena parte do leite e vendem com o nome dela, Emma’s Hoeve IJs. O resto do leite continua indo para os laticínios da região.

O sorvete, então, não troca o laticínio de lugar. A fazenda também aluga casa de temporada e recebe turmas de escola, que provam o leite e o sorvete feito ali. Na prática, a marca é a vitrine, e o leite em volume segue indo para o laticínio.

O limite também está à vista. Como fica na zona rural, a marca precisa atrair o público até a fazenda, com festivais na região e boca a boca, e o balcão de sorvete abre só na primavera e no verão, segundo o turismo regional. Arthur ainda planeja um galpão com a unidade de sorvete acoplada, para o visitante ver as vacas e o bem-estar delas de perto.

TRAMPO NO CAMPO

O Senar paga até R$ 2,5 mil por mês para recém-formado em agrárias fazer residência no campo

Fonte: Giphy

Tem filho, funcionário ou vizinho que acabou de se formar em agronomia, veterinária ou num técnico em agropecuária e ainda não achou o primeiro emprego? O Senar abriu a segunda edição do Programa Residência Agropecuária, com 144 vagas em 18 estados para quem concluiu o curso entre novembro de 2024 e novembro de 2026. São 107 vagas de nível superior, com bolsa de R$ 2.500 por mês, e 37 de nível médio técnico, com bolsa de R$ 1.500.

A residência dura seis meses, com 40 horas por semana, acompanhando a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar nas propriedades, com certificado no fim e início previsto para o primeiro semestre de 2027. É uma espécie de residência médica do campo, com um profissional do Senar fazendo o papel do preceptor.

A janela é curta: a inscrição é gratuita, só pela internet, e vai até as 23h59 de 13 de novembro, com prova objetiva on-line prevista para 29 de novembro. Só vale curso que está na lista do edital, e cada candidato escolhe uma vaga, por estado e nível. Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Espírito Santo, Piauí, Acre, Roraima, Rio de Janeiro e Distrito Federal ficaram fora desta edição.

A letra miúda pesa na decisão. Passar na seleção não garante convocação, que depende da regional do Senar. A bolsa já cobre todos os custos de participação, a mudança ou o deslocamento até a área da vaga corre por conta do residente, e não há vínculo de emprego. Quem topa a conta sai com seis meses de fazenda no currículo, e com o pé dentro da assistência técnica que o próprio Senar leva aos produtores.

MENTES QUE GERMINAM

Com telemetria, a BrasilAgro já considera comprar fazenda de 1,5 mil hectares

Fonte: Giphy

Nos últimos 20 anos, a BrasilAgro comprou em geral fazendas de 10 mil a 15 mil hectares, porque a menor exigia repetir a estrutura da grande. A telemetria mudou essa conta. No encontro com investidores dos 20 anos da empresa, o CEO da BrasilAgro, André Guillaumon, disse que o tamanho mínimo para a companhia considerar uma compra caiu de 4 mil para 1,5 mil hectares, porque a telemetria permite controlar uma fazenda menor sem montar nela a estrutura de uma grande. “Hoje você consegue controlar o herbicida no consumo de litro da máquina”, disse.

A base, a empresa mostrou no papel. Na apresentação aos investidores, ela diz ter 100% das fazendas conectadas, com rede 4G privada e Starlink, e 81% da operação comprovada por telemetria, com meta de 90% na safra 2026/27. Num teste de aplicação seletiva de herbicida, com câmera no pulverizador, em 758,8 hectares da fazenda Chaparral, na Bahia, o custo do herbicida caiu de R$ 128,44 para R$ 85,80 por hectare, 33% a menos, numa conta que não inclui o custo do serviço.

A fazenda menor tem outra vantagem para quem compra: mais gente pode comprá-la depois. A empresa costuma ficar de oito a dez anos com as grandes, e nas menores esse prazo pode cair para dois. Para quem tem entre 1,5 mil e 4 mil hectares, a BrasilAgro passa a olhar o seu tamanho de área.

Vale lembrar quem fala. É a própria BrasilAgro, num evento para investidores, e o corte para 1,5 mil hectares é palavra do CEO, e o documento diz: “Não temos meta de área. Temos critério.” Para quem opera, o recado é outro: a câmera no pulverizador já aparece na conta do herbicida.

E AÍ, BORA?

Novembro

  • Conferência BiodieselBR 2026: o aumento do teor de biodiesel no diesel, o plano de testes do governo e o novo jogo da glicerina na mesma programação, para quem vende matéria-prima para usina saber o tamanho da demanda que vem aí, dias 9 e 10 de novembro, no Grand Hyatt, em São Paulo (SP). Pago, R$ 6.990 por pessoa, com almoço e coquetel inclusos.

  • Fenatran 2026: o transporte rodoviário de cargas inteiro numa feira só, que acontece a cada dois anos, para comparar caminhão e solução de frota antes de renovar quem leva a sua safra até o armazém e o porto, de 9 a 13 de novembro, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Pago: o credenciamento gratuito acabou em 7 de novembro, e agora a credencial custa R$ 150, vale para todos os dias e só sai pelo site, porque não há credenciamento no local.

  • EuroTier: a principal feira de pecuária profissional do mundo, para ver as soluções inteligentes de manejo do rebanho funcionando antes da sua próxima obra, de 10 a 13 de novembro, em Hannover (Alemanha). Pago, a partir de 33 euros o dia na compra on-line.

  • EIMA International: trator, implemento e máquina de fabricante do mundo todo no mesmo parque, para você comparar antes da próxima troca de frota, de 10 a 14 de novembro, em Bolonha (Itália). Para quem vem de fora da Itália, a entrada é gratuita com cadastro on-line. Nos dias 10 e 11, só entra profissional do setor.

  • CONACREDI Agro: o encontro de quem decide o crédito que chega até você, dias 11 e 12 de novembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). Pago, a partir de R$ 2.899 no lote 5, com inscrição pelo site.

  • Semana Internacional do Café: xícara na mão, você prova o que o mercado vai pedir na próxima safra, com o concurso Coffee of the Year junto, de 11 a 13 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). Credenciamento aberto.

  • ExpoFrísia: a feira de leite da cooperativa Frísia, onde você vê julgamento de holandesa em pista, concurso de silagem e palestra de suinocultura e manejo de dejetos no mesmo pavilhão, de 12 a 14 de novembro, no Parque Histórico de Carambeí (PR). Ingresso gratuito, com cadastro no site.

  • ENAPecan 2026: dois dias de mercado, rodada de conexões e tarde de campo em pomar de noz-pecã, para quem pensa em plantar ou já colhe e quer saber a quem vender, dias 12 e 13 de novembro, na Casa das Artes, em Bento Gonçalves (RS). Pago, R$ 300 no lote regular, e a inscrição vai até 12 de novembro.

  • XXII FENACAM: camarão e aquicultura com simpósios internacionais, de 17 a 21 de novembro, no Centro de Convenções de Natal (RN). Pago, com os simpósios a R$ 600 para sócio da ABCC e R$ 700 para não sócio, e ingresso à parte para a feira de negócios.

  • Conexão Batata Brasileira: produtor, distribuidor e fornecedor da batata na mesma feira, para você sair com mercado, máquina e comprador no mesmo caderno, dias 20 e 21 de novembro, no Expo Boulevard Iguatemi, em Campinas (SP). Pago, por ingresso.

  • Fórum de Irrigação da Bahia (FIBA): dois dias para acertar a conta da água e da energia da irrigação, com tecnologia, gestão hídrica e custo do manejo na mesa, no maior polo irrigado do país, dias 27 e 28 de novembro, no Complexo Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães (BA). Inscrições abertas.

Dezembro

  • Food Africa: quatro dias dentro da maior feira de alimentos e bebidas da África, para ver de perto quem compra alimento num dos mercados que mais crescem no mundo, de 7 a 10 de dezembro, no Egypt International Exhibition Center, no Cairo (Egito). Exige cadastro de visitante pelo site.

Janeiro

  • Dinetec 2027: a primeira feira de tecnologia do ano no Mato Grosso, para comparar máquina, semente e insumo antes de fechar a compra do ano, de 13 a 15 de janeiro, em Canarana (MT). Entrada gratuita.

  • Grüne Woche 2027: dez dias de agricultura, animais e alimento do futuro no mesmo parque, para ver de perto o que chega à mesa do consumidor europeu, de 15 a 24 de janeiro, em Berlim (Alemanha). Ingresso pelo site.

  • IPPE 2027: a feira americana de produção e processamento, com programa de ração, fórum científico de avicultura e o Latin American Poultry Summit na mesma semana, para quem cria frango ou fabrica ração ver o que a indústria dos EUA está usando, de 26 a 28 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta (EUA). Exige inscrição pelo site.

Fevereiro

  • Fruit Logistica 2027: a principal feira do mundo do negócio de frutas, legumes e verduras frescos, para o fruticultor que exporta sentar com comprador e ver máquina, tecnologia e logística no mesmo lugar, de 3 a 5 de fevereiro, em Berlim (Alemanha). Ingresso pelo site, com cadastro on-line.

  • World Ag Expo 2027: a maior feira agrícola anual do mundo, para ver máquina e tecnologia americana funcionando antes da próxima compra, de 9 a 11 de fevereiro, em Tulare, na Califórnia (EUA). Ingresso à venda no site.

  • National Farm Machinery Show: a vitrine mais completa de máquina e equipamento agrícola dos EUA, com o campeonato de tractor pulling junto, para comparar antes de decidir a próxima compra, de 10 a 13 de fevereiro, no Kentucky Exposition Center, em Louisville, no Kentucky (EUA).

  • BIOFACH 2027: a principal feira de alimento orgânico do mundo, para quem produz ou quer converter a lavoura achar quem compra orgânico lá fora, de 16 a 19 de fevereiro, no centro de exposições de Nuremberg (Alemanha).

  • 28º Itaipu Rural Show: quatro dias de vitrine de tecnologia, com gado Jersey e Holandês no parque, para o produtor do Oeste catarinense ver de perto antes de investir, de 17 a 20 de fevereiro, na BR-282, em Pinhalzinho (SC). Estacionamento gratuito.

SE DIVERTE AÍ

Cinco nomes, um intruso: ache o que não pertence ao grupo. Arara, garça, onça-pintada, garoupa, tamanduá-bandeira. Parece só bicho do Brasil, até você abrir a carteira e entender quem sobra. São 15 rodadas assim, de vilão de gibi a rio da Amazônia. Cace o intruso no Quem não pertence ao grupo?.

VIVENDO E APRENDENDO

Resposta da edição passada: o P2O5 é o pentóxido de fósforo, a forma em que a garantia de fósforo aparece no rótulo e na fórmula NPK do adubo, como os 30 de um 04-30-10.

Pergunta de hoje: o que é uma reboleira na lavoura?


A resposta você confere na próxima edição!

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